Blog do Prisco
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A busca permanente por uma advocacia plena e justa para todos!

 

Logo no primeiro dia de aula, um professor começa perguntado aos alunos, o que entendiam por direito, de forma positiva, todos os jovens calouros, remeteram para respostas como: meio de fazer justiça, garantir a paz social, dar a cada um o que é de si, garantir a harmonia na sociedade, fazer o bem, garantir o que é certo em determinado momento histórico, etc.

Outro professor entra em sala de aula, e começa questionando os alunos, como agiriam se na vida vida privada, passassem por algumas situações, como: estupro de uma filha, traição, agressão a um deficiente, vizinha apanhando do companheiro, um pai espancando um filho, etc. As respostas mudaram, passando a desconsiderar o direito e considerar a possibilidade de fazer justiça com as próprias mãos.

As diferenças quanto ao que o grupo julgava certo, quanto ao que deveria ser aplicado, o direito ou não, começou a apresentar divergências de opiniões, já no primeiro dia de aula.

Ou seja, cada um tem uma forma de ver como deve ser a aplicação do direito, no entanto deve se submeter a uma regra geral.

O último professor do dia, um experiente advogado, professor a décadas, inicia a aula, com 5 laudas constando o seu currículo, que passou a ser lido ponto por ponto, para que todos, já no primeiro dia de aula, soubessem de sua grandeza e humildade, devendo a ele se reportar com a deferência que merecia. No final da leitura do currículo, momento de começar a lecionar, passou a fazer a chamada e a cada nome que lia, tentava lembrar/fazer referência a possibilidade de ligação com alguma autoridade, especialmente jurídica. Quando se confirmava o parentesco, a conversa ia longe…quase no final da lista, o sinal tocou e a aula acabou…

Ali, muitos começaram a ver como sobrenomes, títulos, contariam na sua vida profissional, social…

Durante as aulas, a formação religiosa de alguns alunos, fez com que tivessem que refletir muito mais o artigo da lei. A sua origem carente ou abastada, igualmente levaram a debates construtivos. O local que o aluno nasceu, se criou, estudou, igualmente moldaram a sua forma de como ver a sociedade, dando mais ou menos importância a algumas práticas sociais, legais.

Os 5 anos de uma graduação em Direito, proporcionam conhecer a lei, sua repercussão, conhecer a doutrina, jurisprudência…

Depois de formado, atuando, se aprende ainda mais, se aprende que em muitas situações, não é assegurada a ampla defesa ao carente, que lhe falta meios até mesmo de como e onde procurar seus direitos. Alguns tem até medo de buscar seus direitos, pois sua simplicidade, os impede de entrar em prédios grandes, suntuosos e aparentemente não acessíveis ao analfabeto, negro, pobre, periférico…

Depois de formado, se depara com mudança da jurisprudência conforme interesses…

Depois de formado, se depara com decisões conflitantes, desconsiderando princípios como da impessoalidade, devido processo legal…

Depois de formado, se depara, com uma “minoria”, é claro, de magistrados e serventuários da justiça, que não respeitam o advogado, as partes, testemunhas, se colocando acima do que a lei prevê. E como mudar ? Com que forças ? A OAB pode continuar ajudando.

A mesa do advogado, nas audiências, algumas vezes, está abaixo da mesa do juiz e do promotor, sendo que o nivelamento profissional deveria começar pela altura, largura da mesa.

Depois de formado, se depara na dificuldade de despachar com alguns poucos magistrados, que sempre estão em audiência, reuniões e assim, adiam ou acabam não atendendo profissionais que buscam apenas garantir o direito de seus clientes.

Após 10, 15 anos de atividade, muitos profissionais passam a ter maior segurança profissional e fazem com que as suas prerrogativas profissionais sejam respeitadas, não se sentindo diminuídos no exercício laboral.

Na atuação profissional, se aprende muito, com a troca de experiências com outros colegas advogados, como também, com estagiários, recepcionistas, escrivões, peritos, juízes, promotores, desembargadores, etc.

Quase na sua totalidade, a convivência é harmônica, respeitosa, pró-ativa, profissional, etc.

Feliz daquele que pode se tornar Advogado, conhecendo os seus direitos, desafios e especialmente os seus deveres.

Advogar é uma missão que requer muito estudo, respeito ao cliente, convicção por fazer justiça, persistência, paciência, etc.

Quando se torna Advogado, através da maravilhosa OAB, os profissionais passam a ter um amparo quanto às prorrogativas profissionais, possibilidade de capacitação permanente, disposição de salas e demais estrutura (computadores, impressoras, mesas, internet, etc), para atuação nas comarcas, disponibilidade de atuar em algumas dezenas de comissões temáticas, ações educativas (ex: OAB na escola), campanhas filantrópicas, etc.

Advocacia é um dom;
Advocacia é vocação;
Advocacia é ideal;
Advocacia é ser justo;
Advocacia é garantir direitos;
Advocacia é fazer o bem na sociedade.

Faça Direito ! Seja um Advogado ! Faça parte da OAB !

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