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Caso Master pode arrastar presidentes de PP e União Brasil para o centro da crise

Completamente descabida e despropositada a nota lançada, neste fim de semana, pelos presidentes nacionais do PP e do União Brasil, que formam a federação União Progressista, Ciro Nogueira e Antônio Rueda, respectivamente.

A dupla, vejam só, saiu em defesa de Dias Toffoli, ex-advogado do PT que tentou duas vezes, por concurso, se tornar desembargador em São Paulo, mas não conseguiu. Se não tem capacidade e o mérito necessários para exercer a magistratura no Tribunal de Justiça paulista, como é que este cidadão foi parar no STF? Pelas mãos de Lula Silva, claro.

Além de incompetente, e muito antes de estourar o escândalo do Banco Master, Toffoli tornou-se muito conhecido para anular processos e multas bilionárias da Lava Jato, prestando um belíssimo desserviço ao Brasil.

Ou seja, a realidade é diametralmente oposta à nota subscrita por Ciro e Rueda. Evidentemente, que esse posicionamento levou até os pombos da Praça XV, em Florianópolis, a imaginar que o nome da dupla tem tudo para figurar nas investigações envolvendo corrupção graúda no Master.

De maneira quase instantânea, a bancada do PP no Senado, incluindo o catarinense Esperidião Amin, tratou que deixar muito claro que sequer foi consultada sobre a manifestação de Ciro Nogueira e Antônio Rueda.

Ciro, aliás, também é senador e dá um passo importante para ficar isolado de seus colegas na Câmara Alta.

Confira as notas divulgadas tanto pelos dois dirigentes partidários quanto pelos senadores do PP:

 

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