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FACISC cobra Ministério dos Transportes sobre solução para concessão da BR-101 Norte

A Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (FACISC) manifestou preocupação diante da comunicação divulgada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e pelo Ministério dos Transportes que informa o encerramento, sem acordo, da Comissão de Solução Consensual instaurada no âmbito do Tribunal de Contas da União (TCU). O grupo tratava da otimização do contrato de concessão da Arteris Litoral Sul.
A iniciativa buscava construir uma solução para o contrato que abrange importantes trechos das rodovias BR-101, BR-116 e BR-376, que inclui o segmento da BR-101 Norte em Santa Catarina, considerado um dos corredores logísticos mais relevantes do país.

Ao longo do último ano, entidades do setor produtivo catarinense, instituições técnicas e lideranças políticas trabalharam de forma conjunta na construção de propostas para viabilizar um conjunto de obras estruturantes para o trecho. O objetivo era contribuir para uma solução responsável, capaz de ampliar a capacidade da infraestrutura, reduzir gargalos históricos e melhorar as condições de segurança e mobilidade.

Segundo o diretor de Relações Institucionais da FACISC, Marco Antônio Corsini, o encerramento das tratativas sem um encaminhamento concreto gera frustração no estado, que participou ativamente da construção das alternativas apresentadas.

“Santa Catarina participou de forma colaborativa de todo esse processo, com entidades do setor produtivo, instituições técnicas e lideranças políticas empenhadas em construir soluções viáveis para a rodovia. O encerramento das tratativas sem um encaminhamento concreto gera frustração e preocupação”, afirma.

A BR-101 é considerada uma artéria vital para a economia catarinense e para o fluxo logístico do Sul do Brasil. É estratégica para o transporte de pessoas, o escoamento da produção e a integração econômica regional.

Para a FACISC, o encerramento desta etapa precisa ser acompanhado rapidamente da apresentação de novos encaminhamentos por parte do Governo Federal.

“Santa Catarina não pode permanecer indefinidamente aguardando soluções para uma rodovia que concentra gargalos históricos e impacta diretamente a competitividade da economia. É fundamental que o Ministério dos Transportes apresente novos encaminhamentos para garantir as obras necessárias nesse trecho”, destaca Corsini.

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