O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes abriu de ofício um inquérito para investigar se a Receita Federal e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) quebraram de forma irregular o sigilo fiscal de ministros da Corte e familiares.
Nâo custa lembrar que em 2019, auditores da RF estavam fazendo levantamento sobre discrepância entre o patrimônio de Dias Toffoli e Gilmar Mendes em relação aos seus vencimentos.
Ali, Toffoli criou o inquérito do fim do mundo, das fake News, aberto até hoje para perseguir quem denuncia abusos, erros, indícios fortes de corrupção, ações da fora da lei, etc., na seguinte lógica: quem falar, é punido.
Quem manda – consórcio Planalto-STF pode tudo – e aos demais chicote, perseguição, prisão, enxovalhamento público.
E boa parte da sociedade apoiando, achando lindo. Vão mudar de ideia quando as botas do regime estiverem sobre seus pescoços.
Mas voltando a Alexandre de Moraes, por que ele não deu 24 horas para Lulinha explicar a mesada, módico, de R$ 300 mil que recebia do esquema de roubalheira dos velhinhos do INSS?
Por que não derrubou a decisão de sigilo absoluto sobre o caso Master? Seria por que sua esposa tem um contrato jamais visto no mercado, de R$ 130 milhões, com a instituição?
Por que Moraes não abriu um inquérito para investigar as denúncias que vêm de Venezuela sobre milhões e milhões de dólares, em caixa 2, para as campanhas do PT no Brasil?
Alexandre de Moraes é a ponta hoje mais visível de um sistema absolutamente corrupto que tomou o Brasil de assalto. Eis a realidade, meus amigos.
Ah, sim, o sociopata Moraes abriu um novo inquérito para perseguir ainda mais quem questiona seus absurdos. O ex-deputado Deltan Dallagnol, que foi cassado por ser o promotor que denunciou a roubalheira da Lava Jato, explica para você. Viva o Brasil.





