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Manchete

Samba do crioulo doido no PSD

Desarticulação total no PSD. Os desencontros, recados e uma espécie de lavação de roupa suja em público entre lideranças do partido vem causando espécie nos meios políticos.

O cenário é patético.

Os novos capítulos desta terça-feira, 17, foram o anúncio, via mídia, de Jorge Bornhausen de que lançaria, ainda esta semana, o ex-governador Raimundo Colombo novamente candidato ao governo estadual.

Espaço que vem sendo pleiteado pelo prefeito de Chapecó, João Rodrigues, que mandou informações desencontradas, sem nexo, também via mídia, como contraponto às declarações de JKB.

A situação chegou a tal ponto – um verdadeiro samba do crioulo doido (coisa de amadores) – que obrigou Colombo a escalar a tribuna das redes sociais e afirmar que não será candidato e que seu nome para a disputa é o do prefeito de Chapecó (veja abaixo).

Enquanto isso, Topázio Neto, prefeito de Florianópolis, segue em silêncio e não está claro se ele vai sair do partido. Sim, porque João Rodrigues, para continuar com sua pré-candidatura, está exigindo a licença ou expulsão de Topázio das fileiras pessedistas.

A situação no PSD, além de vergonhosa, é periclitante. O partido não tem nome, não tem discurso, não tem projeto. Essa que é a grande verdade. A conferir os próximos capítulos.

 

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