Na reta final da campanha, o deputado federal Valdir Cobalchini (MDB), candidato à reeleição, intensifica as visitas aos municípios da Serra Catarinense e leva às reuniões com prefeitos, vereadores, dirigentes partidários e lideranças uma mensagem que considera fundamental para a escolha do eleitor: antes de votar, é preciso conhecer o trabalho realizado por cada candidato.
Cobalchini tem chamado a atenção para o risco de uma escolha baseada exclusivamente na ideologia, no partido, no apoio a determinado candidato à Presidência ou simplesmente no número que aparece na urna.
Para ele, a avaliação deve considerar, principalmente, o que cada deputado efetivamente fez pela região durante o mandato.
“Pense muito na hora de votar. Hoje talvez você escolha apenas pelo número. Isso vai ter consequências lá na frente. Por isso, escolha aquele que realmente tem trabalho para mostrar”, afirma.
O deputado destaca que o mandato precisa ser medido pelos resultados que chegam aos municípios e transformam-se em investimentos, obras, equipamentos, serviços e melhorias para a população.
Emendas parlamentares, recursos para as prefeituras, projetos de lei e articulação em Brasília, segundo ele, são instrumentos que precisam entrar na avaliação do eleitor.
Os números do Tribunal de Contas de Santa Catarina são apresentados por Cobalchini como uma demonstração dessa atuação. Levantamento baseado no Painel de Emendas Parlamentares do TCE/SC aponta o parlamentar entre os deputados federais que mais destinaram recursos para Santa Catarina e, especificamente, como líder nos repasses de emendas impositivas para o Grande Oeste no atual mandato.
A estratégia de Cobalchini nesta reta final é reforçar a ideia de que o voto não termina no momento em que o eleitor confirma o número na urna. A escolha, argumenta, terá consequências nos quatro anos seguintes, quando o deputado eleito será responsável por representar os municípios e buscar recursos e investimentos para as diferentes regiões do Estado.
Nas reuniões pela Serra Catarinense, Cobalchini tem repetido que o eleitor deve olhar para trás antes de olhar para a urna: comparar o que foi prometido, o que foi feito e quais resultados efetivamente chegaram às comunidades.







