Com a iminente saída do deputado estadual Vicente Caropreso, o PSDB-SC ficará com apenas um mandato de relevo, que é o do presidente estadual do partido, Marcos Vieira, que cumpri seu quinto mandato na Assembleia Legislativa.
Ou seja, o PSDB praticamente não existe em Santa Catarina. Marcos Vieira não tentará a reeleição. Isso significa que a legenda, seja sozinha ou coligada, tem chance mínima, muito próxima de zero, de eleger alguém em outubro.
O nome de Vieira, aliás, está sendo ventilado para concorrer ao Senado na chapa de João Rodrigues, do PSD.
O tucano dobraria ao Senado com Esperidião Amin. Que maravilha, hein? Se considerarmos que o correligionário de Marcos Vieira, Aécio Neves, avalia seriamente apoiar o senador Rodrigo Pacheco, também do PSD, na disputa pelo governo de Minas Gerais.
Pacheco, se for mesmo candidato, vai dar palanque para Lula da Silva no segundo maior colégio eleitoral do país.
Realmente, seria um fato sui generis, para não dizer outra coisa, João Rodrigues, que se auto intitula candidato “raiz” da direita catarinense ir para a eleição com essa composição.
Por fim, restam poucas dúvidas de que Marcos Vieira ficou no PSDB para apagar a luz. O partido simplesmente definhou nos últimos anos. De legenda pequena, tende a passar a minúscula já a partir de 2027.
foto>Ag. Alesc







