Blog do Prisco
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Alesc lança série especial sobre o El Niño

Arte: Milene Conci e Nikollas Antonny Lima

Conteúdo reúne reportagens, entrevistas e análises sobre a formação do fenômeno, os riscos para o estado e a importância do monitoramento.

O fenômeno El Niño deve se intensificar em Santa Catarina, no decorrer do segundo semestre, com temperaturas acima da média e aumento no volume de chuvas.

Previsão para os próximos meses

De acordo com o 244º Fórum Climático Catarinense, que reúne meteorologistas e profissionais da Defesa Civil do Estado, a tendência é que o restante do inverno continue sendo chuvoso e isto exigirá atenção maior na primavera, estação que naturalmente apresenta maiores volumes de chuvas e tempestades intensas.

Neste cenário, aumenta a probabilidade de impactos como vendavais, enxurradas, inundações e deslizamentos nos meses de agosto, setembro e outubro em diferentes regiões do estado.

Série especial da Agência Alesc

Para explicar sobre a origem, o histórico e os impactos do El Niño em Santa Catarina, a Agência Alesc preparou uma série de reportagens com entrevistas com especialistas que monitoram o fenômeno há meses. As matérias também contextualizam os debates e atuação da Alesc sobre o tema.

Quando o Oceano Pacífico aquece, Santa Catarina entra em alerta

Quando o Oceano Pacífico aquece, Santa Catarina entra em alerta

Muito antes de as primeiras nuvens se formarem sobre Santa Catarina, um aquecimento de poucos graus nas águas do Oceano Pacífico Equatorial já começa a alterar a circulação da atmosfera.

A mais de 10 mil quilômetros de distância, esse fenômeno, conhecido como El Niño, influencia o comportamento das chuvas em diferentes partes do planeta e pode aumentar o risco de eventos climáticos extremos em Santa Catarina.

Embora ocorra naturalmente há milhares de anos, o El Niño desperta atenção especial quando atinge maior intensidade. É justamente esse o cenário monitorado pelos meteorologistas em 2026.

Os principais modelos climáticos internacionais indicam que o episódio atual deve evoluir para uma condição de forte a muito forte intensidade ao longo da primavera e do verão, período em que Santa Catarina historicamente registra os maiores impactos.

Mas, afinal…

…como um fenômeno que nasce no Pacífico consegue influenciar diretamente a vida de quem mora em cidades como Blumenau, Florianópolis, Chapecó ou Criciúma?

A resposta está em uma complexa conexão entre oceano e atmosfera, capaz de reorganizar o comportamento do clima em praticamente todo o planeta. Confira:

https://www.alesc.sc.gov.br/especial-reportagem/especial-quando-o-oceano-pacifico-aquece-santa-catarina-entra-em-alerta/