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Bloco na rua

A campanha eleitoral começou, de fato, ontem. Agora é a hora da verdade para as candidaturas ao governo, ao Senado, à Câmara, à Assembleia Legislativa e, claro, à presidência da República.
O cenário está estabelecido tanto contexto federal como na realidade estadual, quadro no qual se observa a performance de alguns coordenadores de campanha. Vamos ficar com dois deles, que respaldam candidaturas ao governo protagonizadas por ex-prefeitos.
Décio Lima (Blumenau) e Gean Loureiro (Florianópolis). Os coordenadores são, coincidentemente, dois ex-aliados com base em Chapecó. João Rodrigues, prefeito da Capital do Oeste, e Gelson Merisio, ex-deputado, ex-presidente da Alesc e ex-candidato ao governo derrotado por Moisés no segundo turno de 2018.
Rodrigues está à frente da campanha de Gean e Merisio atua em favor do projeto de Décio Lima, além de acumular a coordenação da campanha do ex-presidiário Lula da Silva em Santa Catarina.

Articulador

Consta que o ex-mito do PT estaria encantado com Merisio, que sabidamente tem grande capacidade de articulação e de formulação política.

Gesto

Gelson Merisio declinou de ser vice do ex-prefeito de Blumenau. Foi dele a iniciativa de trazer Bia Vargas, de Içara, mulher negra e empreendedora, para ser vice do petista em Santa Catarina.

Disputa particular

Teremos uma queda-de-braço entre dois ex-prefeitos e dois estrategistas da mesma base política. Tanto Gean como Décio estão no páreo neste pleito.

A que vieram

Agora é a hora do convencimento, do discurso, da propaganda eleitoral. Nas redes sociais e no rádio e na TV, que começa na semana que vem.

Exposição midiática

Gean é o que mais tem tempo nos meios eletrônicos e o senador Jorginho Mello, candidato do PL, o que tem menos espaço no horário eleitoral entre os cinco candidatos que se apresentam com viabilidade eleitoral nesta campanha.

Tripé

Os outros três, Amin, Moisés e Décio têm tempos parecidos, mais próximos da cota de Gean do que Jorginho do tempo de que dispõe o trio.

Voto a voto

A eleição ao Senado é uma grande incógnita. Há 11 candidatos para uma única vaga. Quem aparece com maior potencial, com melhores perspectivas são Dário Berger pela frente canhota. Se analisarmos o contexto partidário, Celso Maldaner, o nome do MDB, está no jogo assim como o ex-governador e ex-senador Raimundo Colombo, de olho no voto de centro-direita.

Nome novo

O “azarão”, que corre por fora e pode surpreender o trio citado na outra nota, vem com o apoio fundamental Jair Bolsonaro. É o empresário Jorge Seif, que terá também um segundo eleitor de peso: Luciano Hang. O dono da Havan e o próprio presidente da República são os dois maiores influenciadores digitais deste país.

Pavan e Moisés

O governador Carlos Moisés (Republicanos) recebeu mais um apoio de peso dentro do PSDB. O aliado da vez é o ex-governador e ex-senador Leonel Pavan, que se junta a vários prefeitos do partido no apoio à reeleição de Moisés.

Brete

Pavan foi recebido por Moisés na noite de segunda-feira em Florianópolis. Prefeitos do PSDB acompanharam a reunião. “Por ser municipalista igual ao Luiz Henrique, eu estou com os prefeitos e vou com o Moisés 10”, assegurou Pavan que se vale da aproximação também para dar uma embretada política no prefeito de Balneário Camboriú, Fabrício Oliveira.

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