Nada contra a atender os mais necessitados com dinheiro do pagador de impostos. Mas tudo contra a fazer isso com objetivo única e exclusivamente eleitoreiro, o que viabiliza gás gratuito a famílias carentes.
São programas e mais programas que vão se acumulando sem um prazo determinado para as benesses se encerrem.
O que o PT quer é deixar o povo dependente, refém e seduzindo essa parcela da população a votar em Lula.
A maior conquista social é o emprego. Ponto. Esse tipo de programa está deseducando o brasileiro. Muita gente já não quer mais trabalhar.
Porque tem Bolsa Família, tem o gás, a energia, isso e aquilo. Daí o sujeito faz um biquinho de vez em quando e fica em casa.
Só que não é assim que funciona em qualquer país com mínima perspectiva de futuro. Não é o estado que tem que manter financeiramente a população.
As pessoas têm que trabalhar. Essa manutenção tem que ser por um período com incentivo para que a economia gire e possa gerar emprego via iniciativa privada. E não deixar a população refém do estado, pendurada em migalhas concedidas por um estado paquidérmico, ineficiente e perdulário.
O governo tem que fazer benfeitorias, investimentos e cuidar de Saúde, Educação e Segurança. Ponto. Mas, como temos essa filosofia comunista no poder, o Brasil regride, desaprende, se desestrutura e novamente virá uma conta altíssima a ser paga por quem trabalha e produz.
Além da desumanidade travestida de bondade deste governo, há o oportunismo eleitoral.
Vergonhoso e absolutamente injustificável.
Veja como votaram os deputados catarinenses em mais essa cilada petista.
Dos 16 deputados de Santa Catarina, oito votaram a favor e seis votaram contra
Votaram SIM
Ana Paula Lima (PT)
Cobalchini (MDB)
Daniela Reinehr (PL)
Fabio Schiochet (União Brasil)
Jorge Goetten (Republicanos)
Luiz Fernando Vampiro (MDB)
Pedro Uczai (PT)
Pezenti (MDB)
Votaram NÃO
Daniel Freitas (PL)
Geovania de Sá (PSDB)
Gilson Marques (Novo)
Julia Zanatta (PL)
Ricardo Guidi (PL)
Zé Trovão (PL)
Abstenção
Ismael (PSD)
foto>Bruno Spada, Câmara dos Deputados






