Manchete

Eleições em novembro

Definitivamente afastada a ideia maluca de prorrogação de mandatos de atuais prefeitos e vereadores, graças a um grande entendimento entre os principais poderes, com destaque para as duas casas legislativas, Senado e Câmara.
Os deputados, depois de alguma controvérsia, aprovaram o texto que veio do Senado.
A eleição foi adiada, na prática, por 42 dias. De 4 de outubro para 15 de novembro em seu primeiro turno. A segunda rodada ficou para 29 de novembro.
Evidentemente que todo o calendário eleitoral sofreu alterações. Isso tudo será objeto de adequações, acordos e muita conversa daqui em diante.
Há muitas dúvidas, alguma insegurança no ar, mas esse foi o melhor caminho. Impossível, nas condições atuais, realizar o pleito em outubro. Adiar para 2021 também poderia criar sérios problemas jurídicos. Agora a pergunta que não quer calar é: com a pandemia assolando fortemente o país neste início de julho, em novembro será possível termos eleições com segurança sanitária? A conferir.

Nas urnas
A pandemia tem tudo para influenciar não só o calendário eleitoral. O resultado que sairá das urnas tende a sofrer forte influência do coronavírus. O raciocínio é simples. Prefeitos que foram bem, que tem atuado firme e coerentemente neste período sombrio, aumentam suas perspectivas de reeleição ou de emplacar o sucessor. Aqueles que titubearam correm sério risco de serem engolidos pela pandemia.

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