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Empulhação vermelha!

Rio de Janeiro- RJ- Brasil- 27/02/2016- O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve da festa de 36 anos do Partido dos Trabalhadores, no Rio de Janeiro, neste sábado (27). A festa contou com a apresentação de Diogo Nogueira e a bateria da Portela, além de homenagem especial ao ex-presidente, a quem foi dedicada a música “Ser Humano”, de Zeca Pagodinho. Houve ainda homenagem a Carlos Manoel, ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro e secretário de finanças do PT fluminense, falecido na última terça-feira (23). Em mensagem aos militantes, Lula reafirmou que é necessário defender e ajudar o governo federal a retomar um ciclo de crescimento com inclusão social. “O problema é nosso. É meu, é seu, e todos os brasileiros. Temos de assumir essa responsabilidade. Falar o que tem de falar, porque partido não precisa concordar sempre com governo. Mas saber que estamos juntos. Por mais que haja discordância de alguma coisa, o lado da Dilma é o do povo”, ressaltou o ex-presidente, saudado com gritos de: “não vai ter golpe”. “O povo brasileiro quer emprego, salário, inflação baixa e ter um dinheirinho pra gastar com a família. E nós estamos vivendo um momento difícil. A culpa não é do governo, é de uma conjuntura mundial”, ponderou Lula. “O povo sabe que foi o PT que levou a tantas conquistas na última década. Foi o projeto que mais investiu em educação, que mais pôs comida na mesa do povo, que fez 40 milhões ascenderem socialmente, levou energia a 12 milhões de brasileiros”, relembrou. O ex-presidente afirmou ainda que, para sair da conjuntura de crise, “temos de olhar ainda mais para o povo pobre. O pobre não é problema. É solução. Se o mundo rico tivesse feito desde 2007 investimentos para ajudar os países pobres a se desenvolver, estariam vendendo para o continente africano, para a america latina, e a gente teria deixado de ser pobres. Mas colocaram 12 bilhões de dólares para salvar o mercado financeiro, e não adiantou”. Campanha de difamação e 2018 Lula falou ainda sobre a campanha empreendida por parte da mídia e setores do judiciário contra o PT e a honra do próprio ex-presidente. “Não podemos criminalizar qualquer pessoa que seja por causa de manchetes. Hoje, neste país, há um partido que se chama Globo, um partido que se chama Veja. Mas se eles quiserem voltar ao poder, tem de aprender a ser democráticos e respeitar os resultados das eleições”. Lula, que relatou os ataques diários sofridos por ele desde janeiro do ano passado, garantiu que não se intimidará. “se for necessário, se vocês entenderem necessário para defender este projeto, que está sob ataque, em 2018, eu, com 72 anos, volto a disputar a eleição”. Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula

Os discursos do PT se tornaram ainda mais agudos, no sentido de se vitimizar e culpar os outros pelo desastre para o qual encaminharam o Brasil, depois da condenação exemplar de Lula da Silva.

Se um lunático (habitante da lua) chegasse ao país na semana passada e ouvisse o falatório, teria a impressão de que o PT, sempre sob o comando de seu líder máximo, não ficou 13 anos no poder entre 2003 e 2016. Período no qual “governou” sob a apocalíptica trilogia déficit exaustivo, juros altos e inflação alta, deixando um saldo nunca antes visto na história deste país: 13 milhões de desempregados.

Foi na “gestão” petista que as contas públicas foram para o espaço, que a Petrobrás e a Eletrobrás quebraram, entre outras “questínculas”.

Nosso amigo lunático, vendo Lula agora no palanque eleitoral novamente (mesmo que o pleito presidencial só esteja marcado para outubro de 2018), se tivesse a oportunidade de ver um vídeo do comandante de 2002 (ano em que ele ganhou a eleição) acharia que se trata do mesmo personagem falando. Empulhação pouca é bobagem!

Desconexões

O petista costuma encher o peito para dizer que sob a gestão vermelha acabou a pobreza do Oiapoque ao Chuí. Mas todos sabemos que isto não é verdade. E que a violência cresceu de forma galopante. E os mesmos peitos estufados cravam que a violência é originada na pobreza e na desigualdade. Vai entender.

Incoerências

Eles também costumam demonizar a polícia, acusando as corporações nacionais de serem corruptas e de “direita.” Mas defendem com veemência que somente as polícias podem portar armas (e os bandidos, claro). Se fôssemos fazer uma lista de tanta incoerência que vem sendo repetida como mantra, todo este espaço da coluna seria muito pequeno. A questão é saber se os “esquerdistas” repetem isso porque são incoerentes por natureza ou porque lhes falta caráter mesmo.

Socorro empresarial

Em roteiro na cidade de Rio do Sul, o presidente do Badesc, José Caramori, ouviu o relato de empresários e do prefeito José Thomé sobre as perdas empresarias com a última enchente, considerada a quarta maior desde 1983. Segundo Thomé, um cadastro preenchido por cerca de 820 empresas apontou que os prejuízos nos setores econômicos ultrapassaram os R$ 73 milhões.

R$ 5 milhões

Caramori esteve na sede da Associação Empresarial de Rio do Sul, acompanhado do diretor administrativo-financeiro da Agência, Olívio Karasek Rocha, e do gerente regional da entidade em Blumenau, José Luciano Silva, apresentando detalhes da linha “Badesc Emergencial”, que disponibiliza R$ 5 milhões aos empresários atingidos.

Rindo à toa

Deputado estadual João Amin (PP), em recente momento na tribuna da Assembleia Legislativa, destacou que fica feliz em ver parlamentares aderindo à ideia da extinção das Regionais. O parlamentar lembra que já propôs este movimento duas vezes neste mandato, mas não conseguiu a aprovação da medida.

Guinada

Durante a reforma administrativa do Executivo em 2015, apresentou emenda extinguindo as Regionais e implantando as onze regiões metropolitanas que constam na Constituição Estadual. Depois, em 2017, também por emenda, propôs a extinção durante a tramitação do PLC 07/2017 e novamente foi voto vencido. Agora, numa reviravolta surpreendente, deputados que vetaram a iniciativa, alardeiam o fim das Regionais. Vai entender!

 

 

 

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