O desespero de Lula ganhou forma de desafio. O velho truque de transformar cobrança em espetáculo: promete abrir sigilos e tenta encurralar o adversário. Até o sigilo telefônico entrou na encenação, embora o presidente não tenha celular pessoal.
Extrato bancário, sozinho, não é atestado de honestidade. Investigar suspeitas exige seguir o caminho do dinheiro, inclusive por terceiros. Se a disposição é por transparência, por que não começar pelos registros de visitas aos palácios da Alvorada e do Planalto?

