Coluna do dia

Nova legenda

Avançam as articulações, no contexto nacional, para que um “novo” partido surja. Nasceria da fusão entre o PSD e o PSB, duas legendas com gordura considerável nacionalmente, mas sem um nome de ponta para disputar o protagonismo eleitoral em 2018.

A união das siglas, além do fortalecimento natural, tem, ainda, o objetivo de atrair o governador paulista, Geraldo Alckmin, que é filiado ao PSDB.

Alckmin não está confortável no ninho, onde há outros dois presidenciáveis: Aécio Neves e José Serra. Neste novo endereço, o líder paulista seria a grande estrela para a próxima corrida presidencial.

Por outro lado, evidentemente que próceres do tucanato não vão querer perder o governo de São Paulo. E já iniciaram uma movimentação para segurar Geraldo Alckmin e o próprio José Serra, que flerta abertamente com o PMDB.

As costuras apontam para o seguinte: se houver eleição presidencial em 2016, naturalmente Aécio Neves seria o concorrente pelo PSDB. Mas, se o pleito ficar mesmo para 2018, o grão-tucano seria Geraldo Alckmin, enquanto Aécio disputaria novamente o governo de Minas, articulação que abriria caminho para Serra disputar em São Paulo. E todos ficariam no PSDB.

 

Com o PMDB

Na hipótese de o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), assumir a presidência em 2016, o PSDB tem tudo para apoiar o governo de reconstrução. Nomes para compor um ministério não faltam. Somente no Senado, o partido conta com José Serra, Aécio Neves, Álvaro Dias, Antonio Anastasia, Tasso Jereisatti, Aloysio Nunes Ferreira e Cássio Cunha Lima.

 

Paulo Bauer em Indaial

Com um discurso forte, falando sobre o grave momento que o Brasil passa em função do desgoverno e da corrupção, o senador Paulo Bauer arrancou aplausos de mais de 300 tucanos, em um café, domingo, em Indaial.

 

Escudeiros

Paulo Bauer estava acompanhado do senador Dalírio Beber, do prefeito de Blumenau, Napoleão Bernardes, e dos vereadores de Indaial André Moser e Antonio Carlos Fink. Bauer pediu união entre os presentes para a busca de um país melhor. E saiu com a certeza de que o PSDB está fortalecido.

 

Truque ou golpe

A ameaça dos tribunais superiores, STF e TSE, de voltar às cédulas de papel caso o governo confirme o contingenciamento de recursos que atinge os três poderes, seria cômico se não fosse trágico. A obrigação das cortes é ajustar suas atuações aos recursos disponíveis. Sem contar que o processo com cédulas de papel tem um custo financeiro muito maior, além do custo político, com urnas impugnadas, fiscais para todos os lados e de todos os partidos; e dias e mais dias para se conhecer o vencedor.

 

Ladeira abaixo

Já entrou na conta dos municípios catarinenses a terceira e última parcela do Fundo de Participação dos Municípios, referente ao mês de novembro. Com esta última parcela do mês, o repasse do FPM do acumulado para todas as cidades é de R$ 252,6 milhões, segundo os cálculos da Federação Catarinense de Municípios (Fecam). O resultado é 2,09% menor do que em novembro de 2014. Quando descontada a inflação (IPCA de 9,93%), a queda é ainda mais expressiva: 12,02%.

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