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O Judiciário brasileiro: a instituição que ninguém pode questionar

O Judiciário brasileiro transformou-se em uma instituição praticamente intocável. Com um orçamento bilionário que cresce conforme o desejo de seus membros, ele opera em uma esfera própria — acima de qualquer fiscalização, longe de qualquer prestação de contas.

Eles julgam quem querem. Decidem sobre tudo. E ninguém os controla.

Enquanto o Executivo tem seu orçamento escrutinado, enquanto o Legislativo precisa justificar cada centavo gasto, o Judiciário simplesmente determina quanto precisa. Aumenta quando acha necessário. Cria benesses quando bem entende. Distribui privilégios que cidadão comum não conseguiria nem sonhar.

E o mais grave: não respeitam suas próprias atribuições. Interferem nas funções do Executivo. Invadem as competências do Legislativo. Julgam o que não deveriam julgar. Legislam pela caneta de um magistrado. Executam políticas públicas através de decisões judiciais.

Ninguém se mete com eles. Ninguém os questiona. A máquina funciona em loop: eles decidem sozinhos, aumentam o próprio orçamento, criam benefícios para si mesmos, e a sociedade simplesmente observa.

É uma farra completa. E está tudo bem. Porque assim sempre foi.

Enquanto isso, bilhões saem dos cofres públicos para financiar uma estrutura que responde apenas a si mesma.

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