A imagem é o retrato do que se tornou o Supremo Tribunal Federal. De um lado, Flávio Dino e Alexandre de Moraes aos risos. Ao centro, André Mendonça mantém a seriedade que a mais alta Corte do país deveria exigir.
A que ponto chegamos? Só faltam os petiscos sobre a bancada. A cena parece mais uma conversa de bar do que uma sessão do tribunal responsável por proteger a Constituição.
Enquanto milhões de brasileiros assistem, preocupados, à maior crise de credibilidade da história do STF, alguns ministros parecem se divertir dentro do próprio plenário.
Quando a solenidade dá lugar ao deboche, a toga perde o peso — e a Justiça perde o respeito.







