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 16ª Cadeira de SC na Câmara ainda rende nos tribunais

Quando o assunto é a 16ª cadeira de Santa Catarina na Câmara dos Deputados, a eleição de 2018 ainda não terminou. Ela segue nos tribunais. Ricardo Guidi, do PSD, fez 61,8 mil votos no ano assado. E assumiu o mandato. Mas João Rodrigues, que conquistou 67,9 mil sufrágios, segue batalhando para assumir. A situação dele não é favorável. Na segunda-feira à noite, o ministro Gilmar  Mendes, do STF, o mesmo que concedeu habeas corpus restabelecendo os direitos políticos de João Rodrigues, negou um pedido da defesa dele para que a Justiça Eleitoral fosse obrigada a lhe conceder o diploma.

Mendes deixou muito claro que a competência para decidir quem deve ou não ser diplomado e assumir mandatos é a própria Justiça Eleitoral. No caso, o Tribunal Superior Eleitoral, TSE.

Há, porém, um terceiro componente nesta história toda. A petista Ana Paula Lima teve mais votos do que Guidi e Rodrigues. Saiu das urnas com 76.304 sufrágios. Mas também não assumiu porque faltou um único voto para que o PT alcançasse a legenda e garantisse a segunda vaga na Câmara Federal por SC.

Consta que está na pauta de hoje do pleno do TSE o recurso do PT-SC que pede a validação dos 491 votos obtidos pela candidato Ana Laís. Por quatro votos a três, o TRE-SC reconheceu a votação de Laís. Se a decisão do tribunal for favorável ao pleito petista, quem vai assumir a vaga é Ana Paula, desbancando Guidi e João Rodrigues.

Ana Paula, Rodrigues e Guidi

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