A fórmula não é nova. Tampouco é regionalizada. A cada oito anos, o eleitor brasileiro pode escolher dois senadores, renovando dois terços da Casa.
E 2026 é uma dessas oportunidades. Quem não lembra da eleição de 2010, quando Luiz Henrique da Silveira pegou Paulo Bauer pelo braço e declarava na TV, no rádio, nos comícios, na internet que quem não votasse em Bauer não precisaria votar nele, LHS. Deu certo. Bauer tinha uma eleição complicada para federal e virou senador.
No mesmo ano, no Maranhão, a dupla do vídeo abaixo valeu-se da mesma lógica. O nome mais forte impulsiona, cola, puxa pelo braço o colega de chapa mais vulnerável.
Essa será a missão de Carol De Toni em relação a Carlos Bolsonaro na campanha que se avizinha.
Se vai dar certo, só saberemos no dia 4 de outubro.









