Blog do Prisco
Destaques

Amin mantém roteiro por SC, mas prepara ofensiva no Senado contra escândalos do STF

O senador Esperidião Amin cumpre, entre esta quinta-feira (10) e domingo (13), uma extensa agenda pelo interior de Santa Catarina, participando de caminhadas, bandeiraços, encontros regionais, debates e reuniões com candidatos da coligação e do Progressistas.

Nesta quinta-feira (10), Amin esteve em Bom Retiro, onde foi recepcionado por lideranças. Participou de caminhadas e visitou a prefeitura. Em São Joaquim, participou de caminhada e bandeiraço com a majoritária e partidos da coligação, além do Encontro Regional, no Parque Nacional da Maçã.

Nesta sexta-feira (11), estará em Curitibanos e Caçador, para caminhadas, bandeiraços e entrevistas em rádios locais, encerrando o dia em Guatambu, às 19h30, em encontro com candidatos do Progressistas.

No sábado (12), Amin participa, das 8h às 10h, em São Miguel do Oeste, do debate dos candidatos ao Senado promovido pela Rede Peperi de Comunicação. Às 13h, estará em Seara, em encontro com candidatos.

No domingo (13), participa da Festa do Centenário da Comunidade e de Nossa Senhora do Mont Serrat, em Florianópolis, e do Grande Encontro da Majoritária, em Lages.

Atenção aos acontecimentos em Brasília

Apesar da agenda de campanha, Amin mantém atenção permanente aos acontecimentos em Brasília, especialmente aos fatos envolvendo o Supremo Tribunal Federal.

Para o senador, a decisão do ministro Edson Fachin de determinar a quebra de sigilo levanta uma questão central: por que havia sigilo e a quem ele interessava?

“Por que havia sigilo na maior bandalheira já vista no país? Quem se valeu desse sigilo para ganhar dinheiro, para vender consultoria?”, questiona.

Atuação no Senado

Na próxima semana, Amin estará em Brasília para concentrar sua atuação nas ações do Senado, incluindo a defesa do avanço dos processos de impeachment, que considera uma das responsabilidades da Casa diante da gravidade dos fatos.

“Conhecer a verdade não é uma migalha para o povo brasileiro. É um direito do povo brasileiro e um dever de quem exerce a função de ministro do Supremo. Se o Supremo não tiver coragem de levar até o final, nós, do Senado, temos que cumprir a nossa missão. É impeachment já!”, afirma Amin.