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Catarinenses na cruzada para salvar porto de Itajaí

A fim de assegurar investimentos na ordem de R$ 165 milhões, a bancada catarinense em Brasília se uniu para assegurar a renovação do contrato entre o Porto de Itajaí e a empresa que o administra, a dinamarquesa APM Terminals. A multinacional está disposta a aplicar a quantia milionária no complexo portuário, mas não tem garantias de que continuará arrendando o porto a partir de 2022 – o que inviabiliza o investimento.

PENINHA PORTO DE ITAJAÍSEXTETO

Seis deputados federais de Santa Catarina solicitaram ao Ministro dos Portos, Edinho Araújo, que a concessão fosse estendida por mais 22 anos. “Se não conseguirmos ampliar o contrato da APM, a Foz do Rio Itajaí sofrerá um abalo incalculável, com redução drástica do PIB, índices altíssimos de desemprego e problemas sociais.

O Complexo Portuário de Itajaí possui dois terminais de contêineres que movimentaram em 2014 mais de 78% das cargas catarinenses de exportação e importação”, alertou Rogério Peninha Mendonça (PMDB).
Para se resguardar judicialmente, a Secretaria de Portos pediu um parecer técnico à Advocacia Geral da União (AGU), que, por sua vez, recorreu ao Tribunal de Contas da União (TCU) solicitando suporte para a elaboração de um relatório. O documento deve ser elaborado até o dia 23 de julho, quando a comitiva catarinense se reunirá novamente para deliberar sobre o assunto. Além de Peninha, também estiveram na audiência com Edinho Araújo, os deputados Esperidião Amin (PP), Fabricio de Oliveira (PSB), Edinho Bez (PMDB), Décio Lima (PT) e o coordenador do Fórum Parlamentar Catarinense, Mauro Mariani (PMDB).

Fotos: divulgação

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