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Colatto na Agricultura pode ter as digitais de Bolsonaro

Nos bastidores, causou, digamos, certa estranheza o deputado federal Valdir Colatto aparecer cotado para a Secretaria de Agricultura no governo Carlos Moisés.

Ele é do MDB, mas pode não estar entrando como “cota” emedebista e sim como um encaminhamento do presidente eleito, Jair Bolsonaro.

Refresquemos a memória. No período pré-eleitoral, Bolsonaro ofereceu o PSL em Santa Catarina para Rogério Peninha Mendonça e Valdir Colatto. Nesta ordem.

Valdir Colatto, Bolsonaro e o deputado federal Celso Maldaner – foto>divulgação

Nenhum dos dois aceitou deixar o MDB e o partido do presidente ficou sob a direção de Lucas Esmeraldino.

Na undécima hora, o então pré-candidato presidencial ofertou a candidatura ao Senado a Valdir Colatto. Pelo PSL, evidentemente. Ele também não aceitou.

Agora, o emedebista está na equipe de transição da futura ministra da Agricultura, Tereza Cristina. São colegas na bancada do agronegócio. Aí pode estar a chave para o nome dele na Agricultura aqui em Santa Catarina. Colatto já está afinado com a escolhida de Bolsonaro no contexto federal, o que pode acabar facilitando para a administração Moisés neste setor tão importante da economia catarinense.

SENADO EM PERSPECTIVA

Valdir Colatto pode virar secretário de Estado. Mas certamente ele deve avaliar que deixou de ser senador por Santa Catarina. Era só ter aceitado a proposta de Jair Bolsonaro, lembrando que o jovem Lucas Esmeraldino, de 35 anos, saindo como vereador de Tubarão, não chegou lá por parcos 18 mil votos!

A esta altura, o emedebista poderia estar ajeitando o terno para a diplomação no Senado. Ao lado de Esperidião Amin ou de Jorginho Mello.

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