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Manchete

CPI ou CPIzza?

Desde que começou o movimento para criação da CPI da Ponte Hercílio Luz, liderado pelo deputado Bruno Souza (PSB), a incógnita de sempre recaiu sobre a inciativa. Sobretudo depois de criada e instalada. Será que ela vai acabar em pizza?

Toda CPI gera custos, financeiros e de tempo de trabalho dos deputados e da Casa. Diz o manual da boa política que elas devem trazer resultados concretos. É louvável a inciativa de Souza e o apoio dos demais parlamentares que assinaram o pedido para criar a comissão.

Nesta semana, ela foi instalada e foram definidos o presidente, o vice e o relator da CPI. Respectivamente, Marcos Vieira (PSDB), João Amin (PP) e o próprio Souza na relatoria.

Na semana subsequente ao Carnaval, os trabalhos devem começar de fato. As reformas do cartão-postal da Capital vêm gerando polêmica desde o começo do século. A conferir a evolução da CPI.

Bastidores

A escolha de Marcos Vieira para pilotar a comissão da ponte causou surpresa. Ele não havia assinado o requerimento para criação da CPI. O tucano, embora tenha experiência parlamentar, também foi secretário de Administração do primeiro governo de Luiz Henrique da Silveira. Talvez por estes componentes, Vieira pode não ter sido a melhor escolha para a presidência do colegiado.

Novatos

Assim como Bruno Souza, que ficou com a relatoria e liderou o movimento para instalação da CPI, outro deputado novato, Jessé Lopes (PSL), era tido como provável presidente até a reunião de instalação da comissão. Muitas articulações de bastidores acabaram levando Marcos Vieira ao posto.

Sobre as barragens

Coordenado pela deputada federal Carmen Zanotto (PPS-SC), o Fórum Parlamentar Catarinense teve agenda com o Ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, para tratar da situação do conjunto de barragens de Santa Catarina.

Entre as unidades catarinenses dentro do Plano de Ações Estratégicas para a Reabilitação de Barragens da União, três estão em nível de atenção A, e uma a inspeção não foi realizada, (Barragem Norte, do Município de José Boiteux), em virtude do histórico problema que envolve os indígenas da Reserva Duque de Caxias, sendo que a comunidade indígena ocupou a barragem.

Vale

O deputado Ricardo Alba (PSL) comandou a criação da Frente Parlamentar em Defesa do Vale do Itajaí que foi anunciada na sessão ordinária desta quinta-feira, 28. Esta união suprapartidária será composta por nove deputados de três microrregiões (Alto, Médio e Foz do Itajaí), representando 54 municípios e quase 2 milhões de habitantes. “A Frente do Vale do Itajaí representa 25% da população catarinense e buscará potencializar a solução de demandas da nossa gente”, destacou Alba.

Energia

O deputado estadual Mauricio Eskudlark (PR) participou, na Presidência da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, de uma reunião para traçar estratégias contra o fechamento de diversas agências da Celesc no Estado.

Centralização

Eskudlark criticou a iniciativa da diretoria da Celesc de centralizar as atividades da empresa em macrorregiões, e exemplificou o caso de Chapecó. “Centralizar tudo em Chapecó não vai resolver a questão principal que é o atendimento ao cidadão, religação de linhas, quedas de energia depois de temporais, uma economia de R$ 200 mil anuais não justifica o fechamento de regionais de cidades importantes como São Miguel do Oeste, que atende 34 municípios, e Concórdia”, disparou Eskudlark.

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