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Defensoria Pública na Capital ajuizou 337 ações para acesso à saúde em 2017

Com a crise da saúde no país, a população, que não consegue acesso aos medicamentos ou as cirurgias operatórias, toma uma decisão movida pelo desespero e aciona a Justiça para conseguir reverter essa situação.
A judicialização da saúde ganha força no Brasil e em Santa Catarina não é diferente. Apenas na Capital, a Defensoria Pública do Estado ajuizou 337 ações em 2017 contra o Governo Estadual visando o acesso a saúde.
Deste contingente, 235 foram ações solicitando medicamentos e 105, buscando aliviar a dor de quem busca uma cirurgia operatória.  Como explica o defensor público, Tiago Queiroz da Costa, o número não bate com o total, por que algumas ações solicitam cirurgias e medicamentos.
Este ano já foram ajuizadas 186 ações. “ Os pedidos mais comuns são de medicamentos.  Alguns medicamentos bem recorrentes são Spiriva Respimat (para doença pulmonar), Lucentis (para aplicação nos olhos) e Insulinas”, informou.   A Spiriva Respimat, por exemplo, chega a custar até R$353,20 uma caixa com 60 doses e é indicado para o tratamento de manutenção de pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica.
Nota-se assim cada vez mais a importância da presença da Defensoria Pública de Santa Catarina na vida do catarinense, que não tem condições de pagar por um advogado.
Vale destacar as áreas de atuação da Instituição. São elas, família, cível, extra judicial, penal e execução, defesa da mulher e tutela coletiva.
 Maiores informações a respeito da Defensoria Pública de Santa Catarina pode ser obtida através de seu site no endereço www.defensoria.sc.gov.br .

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