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“ECONOMIA DE BAIXO CONTATO”; O NOVO MODELO DE NEGÓCIOS

Luiz Henrique Belloni Faria – Economista Consultor

Reflexões a respeito do entre e pós pandemia se fazem e se farão presentes nas mentes dos integrantes das mais diversas áreas, sejam da cultura, da médica, da estatística, da social, da comportamental, do comércio, da indústria, da econômica, dos serviços e assim afora. As pessoas estão buscando métodos inéditos e/ou readequações para o enfrentamento dos dias atuais e vindouros.

Com inúmeras interrogações alguns setores já iniciaram a disseminação e a prática de ações e nesse contexto se destaca a economia, área relevante à sociedade por ser ciência essencial para a recuperação e a retomada do desenvolvimento global. Quando se cursa economia não há cadeira curricular que dispõe em seu teor da expressão “Economia de Baixo Contato” – “Low Touch Economy”. Essa expressão ganhou força e está tomando forma em razão do momento pandêmico e vem se apresentando como ferramenta efetiva à recuperação do mercado econômico. Os prejuízos econômicos do momento e as dificuldades vislumbradas para o futuro estão postos e como são decorrentes de um problema historicamente sem precedentes as soluções, igualmente, deverão advir de soluções sem precedentes. O mundo se reergueu de outras crises econômicas e mais uma vez se reerguerá, a diferença é que as ferramentas para tal terão que ser dotadas de ineditismo, pois os seres humanos mudaram uma importante condicionante para o consumo: “o resguardo da saúde durante a satisfação das demandas”.

O afastamento social que foi implantado como medida de segurança à saúde levou a certa aversão de contato entre os seres humanos e, a partir de então, a reinvenção de uma metodologia para os negócios se fizeram e se fazem necessários. É um jogo de xadrez gigantesco que se iniciou e a estratégia econômica para o mercado é a “Economia de Baixo Contato” – Low Touch Economy – ou seja, a comercialização e a prestação de serviços com o mínimo contato físico entre as partes. Junto ao estabelecimento da “Low Touch Economy” estão embutidos desafios e oportunidades e, com certeza, o desenvolvimento de estratégias se faz premente a partir dos novos hábitos e exigências colocados.

Os integrantes do mercado que se movimentarem mais cedo, indiscutivelmente, sairão à frente. Desânimo e desespero nada adicionam, pelo contrário, é tempo de enaltecer que “É DO PROBLEMA QUE ADVÉM A OPORTUNIDADE DE SUPERAÇÃO”.

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