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Coluna do dia

Energia para enfrentar a crise

Energia para enfrentar a crise

O governador Raimundo Colombo declarou esta semana que está muito preocupado com o momento econômico e político pelo qual passa o país. Foi durante o lançamento do programa SC+Energia, considerado um marco de inteligência e criatividade justamente para enfrentar o delicadíssimo quadro nacional.

Trata-se de um projeto inovador, que atraiu atenção maciça do mundo empresarial e político catarinense. Basicamente, a ideia é incentivar os investimentos na produção de energias renováveis – eólica, solar, biomassa e a partir das Pequenas Centrais Hidrelétricas PCH’s – que causam bem menos danos ao meio ambiente do que os meios tradicionais, à base de carvão, petróleo e gás, por exemplo.

A intenção do governo é desburocratizar a liberação de licenças, facilitar a constituição de empresas do setor e oferecer incentivos fiscais aos investidores. Ou seja, o pacote é completo.

Ponto para o próprio Raimundo Colombo, o indutor de todo esse processo, e também ao secretário de Desenvolvimento Econômico, Carlos Chiodini (PMDB), o condutor do programa e que vem se destacando no segundo governo do lageano. Uniram inteligência e planejamento para inovar na gestão. Agora é esperar os resultados e que venham ações semelhantes em outras áreas da economia Barriga-Verde.

 

 

Consultor

Presidente da Assembleia, deputado Gelson Merísio, recebeu esta semana o economista Paulo Rabello de Castro, coordenador, ao lado do catarinense Carlos Rodolfo Schneider, do Movimento Brasil Eficiente. Rabello também tem experiência em gestão pública e pode ajudar o pessedista a construir um plano de governo com redução de custos e gestão inovadora. Merísio é um dos pré-candidatos do PSD ao governo, em 2018.

 

 

Hospitais agonizantes

Os hospitais privados e filantrópicos que atendem SUS em Santa Catarina são responsáveis pelo atendimento de 70% da população. Apesar da importância da rede, as instituições convivem diariamente com a falta de recursos e com a escalada do endividamento.

 

 

Mobilização

Diante da profunda crise financeira, as entidades estão se mobilizando para organizar protestos nos municípios neste dia 29 de junho, segunda-feira. Em Santa Catarina a dívida dos hospitais ultrapassa os R$ 200 milhões. Ao longo dos últimos anos, pelo menos 14 hospitais fecharam as portas.

 

 

Rodízio

Rodrigo Minotto, deputado estadual eleito pela coligação de PDT, PROS, PTB, PCdoB, PSDC e PV, vai se licenciar por dois meses da Alesc. Em julho e agosto, quem assume o mandato é o jovem Níkolas Reis, de Itajaí. Minotto avalia que esta é uma forma de valorizar os suplentes, fundamentais para garantir sua eleição como titular pelo PDT.

 

 

Hora da morte

Deputados que têm votado com o governo na Assembleia, e pertencem a bancadas menores na Casa, estão pela hora da morte com o Centro Administrativo. Consideram que têm sido olimpicamente ignorados pelo governador que, na outra ponta, já sinalizou que deu início ao movimento para se aproximar de PSB, PDT, PR e PPS, assim como já iniciou conversas com o PSDB. Há quem garanta que se o tratamento não mudar, os discursos na tribuna e os votos em projetos de interesse do Executivo passarão a ter cores oposicionistas.

 

 

Projeções

O deputado federal João Rodrigues está avaliando a possibilidade de ser candidato a prefeito de Chapecó – cidade que já administrou por duas vezes – novamente em 2016. Neste caso, Luciano Buligon, atual vice, concorreria novamente ao mesmo cargo, já filiado ao PSB. Ele deixou o PMDB.

 

Renúncia

No caso de João Rodrigues decidir assumir o desafio, o atual prefeito, José Caramori, que é do mesmo grupo político, poderia renunciar, concedendo um ano ou alguns meses de mandato a Buligon.

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