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Nota pública em defesa dos hospitais filantrópicos

Presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Saúde Catarinense, deputado
estadual Zé Milton  devido a falta transparência das ações reais do Governo
no enfrentamento ao corona vírus e a crise econômica emitiu nesta
terça-feira uma nota da Frente, na qual pede esclarecimentos, por parte da
Secretaria de Saúde, do que realmente foi realizado. Quantos leitos novos já
foram ativados? Os que não foram abertos o que falta para efetivar?
Segundo o parlamentar é preciso clareza do que realmente foi feito das
medidas apresentadas. “Precisamos estar com os Hospitais equipados e
preparados para o enfrentamento. O setor econômico encontrasse parado,
aguardando as ações da saúde, para então, após estarmos preparados o Governo
possa começar as ações de retomada da economia. Porém a falta de
transparência da Saúde tem causado aflição na sociedade ”, comentou o
parlamentar.

NOTA PÚBLICA DA FRENTE PARLAMENTAR EM DEFESA DA SAÚDE DOS CATARINENSES

Infelizmente muitos aqui no Brasil ainda não estão se dando conta do tamanho
da pandemia COVID-19.

Municípios, Estados e Governo Federal parecem que ainda não definiram ações
coordenadas para o enfrentamento desta pandemia.

Em Santa Catarina precisamos urgentemente dobrar o número de vagas de leitos
de UTI, adquirir mais respiradores e facilitar o acesso aos testes para
diagnosticar a doença. A rede hospitalar catarinense precisa estar preparada
para não entrar em colapso e evitar o dilema ético de decidir quem vai
sobreviver e quem vai morrer. Inclusive os pequenos hospitais, aqueles nos
municípios mais longínquos, que ficaram de fora da Política Hospitalar
Catarinense, precisam de recursos para o enfrentamento do coronavírus.

O que menos precisamos neste momento é de uma disputa ideológica partidária
e de discursos midiáticos.

A proliferação do coronavírus colocou o mundo em alerta. É certo que a nossa
economia mundial sairá fragilizada e o mundo, após o COVID-19, não será mais
o mesmo. Isso é o que sempre acontece após uma pandemia ou uma guerra. Por
essa razão, é importante tomarmos ações concretas também no campo econômico
emergencialmente: facilitação de linha de créditos para financiar o capital
de giro de micro e pequenas empresas, programação de prazos para o
recolhimento do ICMS cuja as atividades foram prejudicadas com o decreto de
isolamento social, prorrogação de prazo de licenciamento ambiental, crédito
para agricultores e empreendedores rurais, e, quem sabe, em nível nacional,
fazer aquilo que já devíamos ter feito há muito tempo: a reforma fiscal e do
pacto federativo.

O importante agora é o alinhamento dos Municípios, do Governo do Estado e do
Governo Federal com respostas claras para sociedade: Quantos novos leitos de
UTI foram criados? Quantos novos respiradores foram adquiridos? Quantos
testes foram encaminhados para os municípios para para diagnosticar a
doença? Qual o tempo de resposta do teste?  Qual o programa que vai dar
suporte para os nossos empresários? Quanto vai ser repassado para os
programas sociais no atendimento das pessoas mais vulneráveis? Quem tem e
quando vamos ter estas respostas?

Reafirmamos a importância da quarentena, mas é importante também que
saibamos objetivamente o que está sendo feito para que essa quarentena seja
eficaz do ponto de vista estratégico.

Deputato José Milton Scheffer

Presidente da Frente Parlamentar

de Defesa da Saúde e de Apoio aos

Hospitais Filantrópicos

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