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Os 50 anos do PMDB e a luta contra a ditadura

O PMDB de Santa Catarina está comemorando seus 50 anos de história nesta segunda-feira, 25. Nasceu como MDB, Movimento Democrático Brasileiro, em oposição à ditadura militar.

Há meio século e nas décadas seguintes, o MDB e seus líderes – foram muitos – nacionais e estaduais, encamparam a luta pela redemocratização e abertura do país. Depois de 21 anos, o Brasil voltou ao regime democrático em 1985. De 1964 até ali, houve crimes como perseguição, censura, tortura e assassinatos por parte do governo de caserna. Foi um período sombrio da história, que obrigou a brava resistência a atos de heroísmo, coragem e desprendimento.

O MDB, que virou PMDB em 1980 após o retorno do plupartidarismo no país, abrigou lideranças de praticamente todas as forças que combatiam o regime. E apesar de nunca ter eleito um presidente pelo voto direto, é o maior partido do Brasil e também de Santa Catarina. No Estado, das fileiras da legenda saíram quatro governadores: Pedro Ivo Campos, o pioneiro; Paulo Afonso Vieira, Casildo Maldaner e Luiz Henrique da Silveira.

Com dificuldades típicas das grandes legendas, não se pode deixar de reconhecer o papel preponderante do PMDB na história do Estado. Muito embora até mesmo militantes reconheçam que o partido mudou muito desde os tempos do MDB e hoje abriga figuras do quilate de Eduardo Cunha, Renan Calheiros, José Sarney, Jader Barbalho, entre outros, o PMDB escreveu uma história vitoriosa e de respeito em Santa Catarina.  Hoje conta com o vice-governador do Estado, Eduardo Pinho Moreira; com um senador, Dário Berger; cinco deputados federais e 10 estaduais, tendo a maior bancada  na Alesc.

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