Blog do Prisco
Manchete

Os prefeitos e a Aliança com Bolsonaro

 

Prefeitos de Blumenau, Mário Hildebrandt, e de Balneário Camboriú, Fabrício Oliveira, entraram de cabeça  no time de Jair Bolsonaro.

No sábado, o segundo recepcionou o primeiro e mais dezenas de lideranças em concorrido evento de filiações ao Aliança, partido da família do Presidente, no balneário mais famoso do Sul.

Como a nova sigla não deve estar pronta para que candidatos disputem as eleições deste ano, é bem provável que os dois mandatários busquem um caminho alternativo para concorrem este ano, para depois assumirem o novo partido.

“Esse foi apenas o primeiro passo para a multiplicação do Aliança Pelo Brasil em nossa região e assumimos também o compromisso e a parceria de multiplicar esse movimento em nossa Blumenau,” declarou Hildebrandt, que gravou um vídeo ao lado de Fabrício Oliveira.

 

Abandono

O alinhamento dos prefeitos a Bolsonaro também significa que os dois podem estar abandonando Paulo Bornhausen. Eless eram filiados ao PSB. Saíram depois que o comando nacional voltou a se alinhar ao PT, em movimento de desembarque capitaneado pelo próprio Bornhausen. Só que o ex-deputado coordena o Podemos em Santa Catarina.  Ou seja, tomaram rumos diferentes após o desembarque do PSB.

 

Estrelas

Bornhausen fica sem as principais estrelas do time que começou a crescer em 2016,  considerando-se que outro prefeito, Luciano Buligon, de Chapecó, já havia deixado o PSB para assinar o DEM e agora encaminhar seu embarque no PSL de Moisés da Silva.

Ao fim e ao cabo, dois ex-prefeitos do PSB se bandeiam para os lados do presidente e um, Buligon, acerta os ponteiros com Moisés da Silva.

 

Sem nomes

Já o prefeito de Palhoça, Camilo Martins, que chegou a ser mapeado para entrar no Podemos, vai continuar no PSD. O pai dele, deputado estadual Nazareno Martins, que também era PSB, ainda não se sabe para onde vai. Outro que chegou a ser ventilado no novo partido de Bonrhausen foi o prefeito de Capital, Gean Loureiro. Só que ele acabou optando pelo DEM. O tempo vai passando, as eleições vão se aproximando e Paulo Bornhausen encontra sérias dificuldades em atrair nomes de peso ao Podemos.