Blog do Prisco
Manchete

Partido Novo vai ao STF para cancelar a Medida Provisória que reonera folha de pagamento

A executiva nacional do NOVO ingressou, nesta terça-feira (9) com uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal para tentar cancelar a medida provisória que trata da reoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia.

De acordo com o NOVO, a expedição da medida provisória não preenche os requisitos formais, fere o princípio da separação dos poderes e ainda traz consequências econômicas graves.

“Qualquer medida provisória precisa respeitar as medidas de relevância e urgência. Essa desoneração da folha, que já vem sendo operada há anos, não possui nenhuma urgência. Outra situação, no quesito econômico, é a esquerda achar que esses R$ 9 bilhões que vão sair da iniciativa privada para o setor público, não terão consequência nenhuma. É óbvio que quando se coloca mais custos e impostos, se desincentiva o empreendedorismo, gerando desemprego no curto prazo e queda de arrecadação no médio e longo prazo”  destacou o Deputado Gilson Marques (NOVO-SC).

O parlamentar alega ainda que não compreende como o Executivo pôde, no apagar das luzes no dia 28 de dezembro, desrespeitando o voto popular e a separação dos poderes, editar uma medida provisória falando sobre um tema já tratado pelo Congresso Nacional.

“A prorrogação da desoneração da folha foi aprovada pelo Congresso Nacional recentemente. O presidente vetou e novamente o legislativo derrubou o veto. Essa MP é uma afronta à democracia e isso precisa ser corrigido pelo STF. Além disso, é uma forma do NOVO fazer pressão para que o senador Rodrigo Pacheco devolva essa MP, que seria uma outra forma de se resolver a questão”, enfatizou Gilson.

Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

Posts relacionados

Mandatários do NOVO SC se reúnem em Pomerode para alinhar estratégias para 2026

Redação

Carol De Toni pede que Alexandre de Moraes seja ouvido na CCJC pelo escândalo do Master

Redação

Sessão tem crítica à recusa do governo brasileiro em classificar PCC e CV como organizações terroristas

Redação