A disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa de Santa Catarina mal começou, mas já produziu seu primeiro vencedor e seus derrotados. Fábio Botelho saiu vitorioso de uma sequência de ações judiciais contra três adversários políticos e conquistou liminares que determinaram a retirada de publicações feitas por Bruno Souza, Felipe Barcelos e Carla Ayres.
As decisões da Justiça deram prazo de 24 a 48 horas para remoção dos conteúdos questionados, sob o entendimento de que havia indícios de divulgação de informações falsas ou potencialmente ofensivas durante o período pré-eleitoral.
Nos bastidores, aliados de Botelho avaliam que a vitória jurídica representa mais do que uma simples disputa processual. O episódio é visto como uma demonstração de força de um pré-candidato que, mesmo antes do início oficial da campanha, já se tornou alvo de ataques coordenados e optou por responder dentro das regras do jogo.
Ex-chefe de gabinete do prefeito Topázio Neto, em Florianópolis, Fábio Botelho entra na corrida eleitoral com um ativo importante: a narrativa de que venceu a primeira batalha da pré-campanha. E, pelo que tudo indica, o episódio está longe de ser o último capítulo dessa disputa.
Uma coisa é certa: a temperatura da eleição de 2026 em Santa Catarina começou a subir muito antes da abertura oficial das urnas.





