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Reta final do segundo turno: números de Joinville e Blumenau

A NSC Comunicação encomendou pesquisas para avaliar a intenção de votos na reta final do segundo turno em Joinville e Blumenau. As duas foram realizadas pelo Instituto Paraná entre os dias 20 e 22 de novembro com 600 entrevistas cada uma por telefone.

O Instituto Paraná é um dos que detém maior credibilidade no Brasil. Não se presta a determinados papeis em relação à captação e a divulgação dos dados.

Na maior cidade do estado, se confirmou aquilo que vaticinamos neste espaço: Adriano Silva, empresário do Novo, arrancou muito bem e só uma grande derrapada o fará perder a eleição do próximo domingo.

Ele tem 54,9% das intenções de voto na pesquisa estimulada contra 29,7% do deputado Darci de Matos, do PSD. Considerando-se apenas os votos válidos, o placar ficaria em 65% para Silva e 35% para Matos, um índice maiúsculo favorável ao jovem líder joinvilense.

Outro dado da maior relevância neste contexto. O parlamentar do PSD tem mais de 50% de rejeição, patamar que praticamente soterra qualquer possibilidade de êxito.

Qualquer número acima de 30% em disputas de segundo turno é considerado fatal. Já Adriano Silva tem 21% de rejeição. Ou seja, encontra-se em situação confortável a poucas horas da definição.

 

Hildebrandt se consolida

 

Em Blumenau o quadro que apontamos como tendência também se confirmou a partir da consolidação do favoritismo do prefeito Mário Hildebrandt, do Podemos. A situação é extremamente favorável a ele. Na pesquisa estimulada, o prefeito tem 59,2% das intenções de voto enquanto o ex-prefeito João Paulo Kleinübing aparece com 24,7% da preferência.

Os números são ainda melhores para Hildebrandt quando o assunto são os votos válidos. O índice do prefeito chega a 70,6%. Já Kleinübing tem 29,4% das intenções de voto.

No quesito rejeição, o cenário se repete. São 23% os entrevistados que declararam que não votam nele de jeito nenhum.

Há oito anos longe do poder, João Paulo Kleinübing bate na casa dos 45,6% de rejeição, número altíssimo que praticamente inviabiliza qualquer perspectiva eleitoral neste contexto de segundo turno.

Lembrando o atual prefeito está há dois anos no cargo, onde o desgaste é inevitável.

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