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Manchete

Vem aí: CPI do Contorno Viário

Experiente, tarimbado e não afeito a polêmicas baratas, o senador Esperidião Amin perdeu a paciência com os atrasos do tal contorno viário da Grande Florianópolis. Enquanto a concessionária, que segue arrecadando normalmente, não dá qualquer explicação adequada a não ser a troca constante de empreiteiras na execução dos trabalhos, uma situação, convenhamos, bastante conveniente para os donos da BR 101; a ANTT, que é quem deveria fiscalizar e cobrar resultados, faz cara de paisagem. Também parece uma acomodação bastante oportuna. Apenas para eles. Na vida real, milhares de pessoas sofrem as agruras do trânsito congestionado diariamente na região da Capital.

Em Palhoça, o trecho mais complicado da nova via, as obras já deveriam ter sido entregues lá em 2012. São mais de sete anos de enrolação!

“Nesta terça-feira vou protocolar a convocação dos diretores da ANTT (para se explicarem no Senado). Se não houver explicações minimamente convincentes, vai ter CPI. CPI não resolve o contorno, mas pode apontar os culpados por essa situação que passou de todos os limites,” anunciou o senador, em primeira mão, durante entrevista ao SBT Meio-Dia de ontem.

Ministério

Na mesma entrevista, Esperidião Amin evitou comentar sobre a suposta sondagem de Jair Bolsonaro ao seu nome para assumir o Ministério de Educação. Ontem, pouco antes do meio dia, o presidente anunciou o professor-doutor Abraham Weintraub. Ele vai substituir o trapalhão Ricardo Vélzes, já demitido.

Longevidade

No SBT, Amin só pontuou que espera que o novo titular do MEC tenha vida longa no cargo.

O catarinense condenou de forma veemente o fato de o país ter tido oito ministros da Educação diferentes em cinco anos no período Dilma Rousseff-Michel Temer. Amin também destacou o fato de Paulo Renato de Souza ter sido ministro de Fernando Henrique Cardoso nos oito anos de presidência do tucano. E foi, assinalou o senador, um bom ministro.

Influentes

Na quinta-feira passada, no mesmo dia em que foi pivô da costura de um salvador acordo entre as duas Casas do Congresso e o Planalto acerca do Orçamento Impositivo, o senador Esperidião Amin foi sondado se aceitaria ser ministro da Educação. O interlocutor foi o também senador Flávio Bolsonaro, o filho 01 de Jair.

Foi mais um movimento político importante – a Educação é uma das principais pastas de qualquer governo – que denota a influência dos filhos na gestão de Jair Bolsonaro

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