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Zé Milton e a defesa do arroz

Coordenador da Câmara Setorial do Arroz e presidente da Comissão de Agricultura, o deputado estadual Zé Milton teve uma intensa agenda em fevereiro voltada a defesa dos rizicultores.  Engenheiro agrônomo, Zé Milton participou dos principais eventos do setor orizícula. Na semana passada participou do Campo Agroacelerador da Cooperja, em Jacinto Machado, na terça-feira esteve na 2ª Abertura Oficial da Colheit do Arroz Catarinense realizado pela Coopersulca em Turvo, e na quarta-feira (12), na reunião da Câmara Nacional da Cadeia Produtiva do Arroz, a qual ocupa uma cadeira, em Capão do Leão/RS para debater e ouvir as demandas dos agricultores.

“Nós temos importantes demandas da nossa agricultura que necessitam de ações de pequeno e longo prazo e estar participar dos eventos nos permite conhecer as reais necessidades do setor e elaborar ações e políticas públicas resolutivas”, comentou Zé Milton, que em 2019 foi o autor de emendas que permitiram a inclusão da farinha de arroz na cesta básica e da redução dos impostos sobre os insumos e defensivos agrícolas, que resultaram em menor custo de produção para o agricultor e não aumento do produto ao consumidor final.

 

Excelência do agricultor catarinense

 

Para Zé Milton o custo da produção no Brasil, principalmente pela alta tributação e a logística para escoação da produção agrícola é um dos maiores desafios da agricultora. “Nós só estamos conseguindo estar no mercado porque nossos agricultores são muitos competentes. A eficiência do nosso produtor, em termos de produtividade e qualidade, é que faz com que estejamos no mercado. Não fosse isso, arrisco dizer que a rizicultura deixaria de existir no Brasil”, informou o Zé Milton, ao citar eventos como os Campos Demonstrativos realizados pelas Cooperativas em parceria com a Epagri são ferramentas que propiciam essa excelência do agricultor catarinense. “Em nenhum outro evento o produtor tem a chance de ter acesso no mesmo local a uma diversidade tão grande de informações focadas nas demandas de quem produz. Além disso, é um momento ímpar de trocar experiências com produtores de outras regiões de Santa Catarina, de outros estados brasileiros e também com produtores e pesquisadores”, finalizou.

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