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Custo per capita do Judiciário brasileiro não encontra paralelo no mundo

A Justiça brasileira, além de lenta e muitas vezes ineficaz, também é, de longe, a mais cara do mundo (veja quadros abaixo).

É o que esmiúça a excelente tese de doutorado do advogado Ricardo Rezende Silveira. O trabalho é intitulado “Acesso à Justiça: O Direito fundamental em um ambiente de recursos escassos.” O doutorando foi orientado pelo professor doutor Carlos Alberto Carmona.

Em resumo, a obra vai, por assim dizer, na contramão do que a grande maioria propaga – de que o acesso à Justiça tem que ser amplo e ilimitado.

Para o autor, em resumo, o acesso à Justiça não deveria significar acesso ao Poder Judiciário, mas, sim, o acesso a alguma forma de resolução do problema.

Rezende cita, como exemplo, os processos administrativos no INSS: custam muito ao país, porque contam com a participação de uma estrutura cara, mas, nada impede que seu resultado seja questionado na Justiça.

Ao fim e ao cabo o doutorando ilustra que somos mesmo um país gosta de torrar dinheiro público, ou seja, o meu, o seu, o nosso.

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