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Deputados manifestam apoio e solidariedade ao presidente da Alesc

Logo após se pronunciar sobre as denúncias apresentadas recentemente pelo Ministério Público Federal (MPF), o presidente da Assembleia, deputado Julio Garcia (PSD), recebeu apoio e solidariedade de 15 parlamentares de 10 partidos com representação na Casa.

Marcos Vieira (PSDB) afirmou que conhece Julio Garcia há mais de 30 anos e que confia plenamente na conduta do presidente. “Ao longo de todos esses anos, nunca ouvi falar de qualquer deslize desse homem público. Me orgulho em ser seu amigo, e vou continuar sendo seu amigo. Continue exercendo seu mandato e a Presidência desta Casa com a honradez que o mandato lhe confere.”

Milton Hobus (PSD) ressaltou que Julio Garcia tem o apoio irrestrito da bancada do PSD. “A gente, quando está com a consciência tranquila, se abala. Vossa Excelência continue assim, altivo e de cabeça arguida, porque acusações sem provas não se sustentam.”

O 1º secretário da Alesc, Laércio Schuster (PSB), disse que, apesar de conhecer o presidente da Alesc há menos tempo, já pode conhecer o caráter, a retidão e os valores de Julio Garcia. “É no momento das dificuldades que nós vemos a grandeza das pessoas. E é nesse momento que eu estou vendo a grandeza desse homem. Mereces o nosso respeito”, declarou.

A líder do Governo, deputada Paulinha (PDT), afirmou que, apesar de ter divergências, inclusive na questão do impeachment, não poderia deixar de prestar solidariedade ao deputado. “A vida pública, para nós, é um grande sacrifício, porque estamos vivendo tempos estranhos, em que tudo o que falamos ou trabalhamos nos traz visões condenatórias e agressivas. Luto ferozmente contra a condenação antecipada de agentes públicos, que eventualmente acontece.”

Sargento Lima (PSL) lembrou que Julio Garcia soube conduzir bem a Assembleia em momentos desafiadores da atual legislatura. “O senhor nunca teve a petulância de me oferecer um cargo”, disse. “Quando parte da nossa bancada foi perseguida politicamente, o senhor foi correto conosco.”

Ada de Luca (MDB) desejou serenidade para que Julio Garcia enfrente o momento e desejou o reestabelecimento da normalidade institucional em Santa Catarina.

Valdir Cobalchini (MDB) afirmou que o presidente da Alesc conta com o respeito dos deputados. “Vossa Excelência é a própria instituição”, disse. “É uma liderança que se impõe não pela ameaça, pelo troca-troca de favores, mas pelo cumprimento da palavra, pela sua humildade e simplicidade.”

Mauricio Eskudlark (PL) declarou que não se pode aceitar que um homem público esteja sujeito a pré-julgamentos. “Esse silêncio da Assembleia não é silêncio, é perplexidade, pois é visível o interesse de atingir Vossa Excelência. “Sei o quanto a Justiça pode ser justa e quanto ela pode ser usada com maldade. Conheço Vossa Excelência, sei da forma ilibada como age.”

Kennedy Nunes (PSD) também prestou solidariedade. “É o momento de separar os homens dos meninos”.

Sergio Motta (Republicanos) criticou o julgamento precipitado. “Tenho confiança na Justiça e peço que a opinião pública espere e não venha a condenar antecipadamente.”

José Milton Scheffer (PP) se disse perplexo com o atual momento, “em que reputações construídas ao longo de décadas são destruídas através da mídia, sem provas”. Ele afirmou que Julio Garcia “tem nosso respeito, nossa consideração.”

Nazareno Martins (PSB) enalteceu a trajetória política do presidente da Alesc e destacou a liderança nata de Julio Garcia.

Já Felipe Estevão (PSL) disse que ficou emocionado com o pronunciamento e destacou ter “grande respeito e admiração” pelo presidente, que é “vítima de perseguição, de notícias que saem isoladamente com o objetivo de macular a sua história.”

Jair Miotto (PSC) reforçou os votos de solidariedade e “destacou a gestão, a maneira de lidar com as pessoas e a simplicidade” do presidente da Alesc. “Ninguém joga pedra em árvore que não dá fruto”, declarou.

O 1º vice-presidente da Alesc, Mauro de Nadal (MDB), citou a Constituição Federal e lembrou que a Carta Magna determina que ninguém deve ser considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença condenatória.

“Só isso seria suficiente para que as pessoas mal-intencionadas tomassem consciência de seus atos e não condenassem pessoas previamente sem dar a elas o direito da ampla defesa”, disse. “O espetáculo que muitas vezes é gerado faz com que a pessoa pague antecipadamente por uma pena que não é merecida, e junto a ele pagam muitas vezes os seus familiares.”

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