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Saretta será novo vice-presidente da Alesc

No dia 11 de setembro, o deputado Neodi Saretta (PT) será eleito primeiro-vice presidente da Assembelia Legislativa.

Valdir Cobalcbini (MDB), líder do governo, foi conversar com o presidente Silvio Dreveck (PP), que ascendeu novamente ao cargo depois da morte de Aldo Schneider, também do MDB,no dia 19.

O emedebista reivindicou que o MDB deveria completar a presidência até janeiro do ano que vem, sucedendo Aldo. Dreveck foi claro com o colega. Relembrou a ele que o acordo para o atual comando da Alesc foi com o falecido Aldo Schneider, pessoa física, e não com o MDB. E que Aldo acabou procurado por Gelson Merisio porque os tucanos Marcos Vieira e Leonel Pavan não se entenderam.

A ideia original era dividir o mandato entre PP e PSDB, com um ano para cada partido. Pavan, registre-se, assumiu o compromisso de apoiar Marcos Vieira para a presidência do tucanato estadual, deixando de respaldar a recondução de Paulo Bauer ao comando partidário em 2015.

Como contrapartida, Vieira daria suporte para Pavan chegar ao comando do Legislativo estadual, o que acabou não ocorrendo. Quando os tucanos foram procurados por Merisio, Vieira também quis ser presidente e não se entendeu com o correligionário.

INGENUIDADE

Na conversa com Silvio Dreveck, Cobalchini teve um lance de ingenuidade. Ele tentou sensibilizar o progressista, lembrando que ele, Silvio Dreveck, havia sido um dos nomes mapeados para a candidatura ao Senado em 2014 na chapa liderada por Raimundo Colombo. Verdade. Depois do veto de Luiz Henrique a Joares Ponticelli, os nomes do PP apontados por LHS para a composição foram os de Silvio Dreveck, Hugo Biehl e Reno Caramori. O detalhe é que naquela eleição Ponticelli não abriu mão e Dário Berger acabou candidato ao Senado, vencendo o páreo. Se achou que sensibilizaria Dreveck com a lembrança, Valdir Cobalchini perdeu a viagem.

O presidente disse ao interlocutor emedebista que o MDB pode disputar a vice-presidência, cargo que está em aberto na Alesc. Mas o Manda Brasa não tem chance de conquistar a cadeira. PSD, PP e os pequenos partidos que estão com Gelson Merisio fecharam questão em torno de Neodi Saretta, deixando o MDB na saudade.

Ao fim e ao cabo, trata-se de mais um gesto de Merisio na direção do PT. Ele e o PP estão olhando para os votos petistas no segundo turno. Já seria uma tendência natural o PT descarregar em Merisio, caso ele chegue ao segundo round, contra o MDB. Com mais esta articulação na Assembleia, a tendência ganha mais musculatura.

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