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Combate à corrupção em compasso de espera

Desembargador Leandro Paulsen, do TRF-4, não atendeu petição de advogados de envolvidos na Operação Chabu e manteve o inquérito em tramitação. Os causídicos pediam a suspensão dos trabalhos. Tudo lastreado na decisão, absurda, do presidente do STF, Dias Toffoli. Aquela em que o ex-advogado do PT e de Zé Dirceu disse que as investigações que se valiam de dados do Coaf – órgão de controle financeiro, e da Receita Federal, sem autorização judicial prévia, deveriam ser suspensas.

Compasso de espera

Em compasso de espera, Paulsen e outros juízes federais podem estar ganhando tempo ao manter tudo funcionando quando o assunto é o combate à corrupção. Em agosto, com o retorno do Supremo ao trabalho, a ação que originou o despacho de Dias Toffoli voltará às mãos da relatora, ministra Carmen Lúcia. Ela pode proferir outra decisão, monocrática, a exemplo do que fez o presidente da corte; ou pautar o julgamento do mérito da ação para o plenário do STF já em agosto. Até segunda ordem, o assunto virá à pauta do Supremo apenas em novembro.

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